terça-feira ,25 junho 2024
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Salão de Motos de Milão

 A edição 70 do Salão de Motos de Milão abril as portas com muitas novidades entre as duas rodas, a principal delas é a volta da CB500 e a Ducati Hyperstrada. O Salão de Milão é o maior evento de duas rodas do mundo.

 Honda CBR 500R – A CBR 500R é a variante mais “nervosa” da nova linha de motos de 500 cc introduzidas pela Honda. A mecânica básica é a mesma das outras integrantes da gama – caso do motor bicilíndrico de 48 cv a 8.500 rpm e torque de 4,39 kgfm a 7 mil rpm –, mas o visual é inspirado na CBR 1000RR, suprassumo de velocidade da Honda. O modelo traz carenagens e “bolha” na frente para proteger o piloto do vento. Em termos mecânicos, na traseira, há um amortecedor monoshock e na frente uma suspensão com garfo telescópico.

 Ducati Hyperstrada – Foi a principal estreia da fabricante italiana no evento. A Hyperstrada é, basicamente, uma adaptação da Hypermotard para o uso rodoviário. Para isso, vem de série com dois bagageiros e vidro na frente para proteger o piloto do vento. Ela também recebe as atualizações promovidas para a Hypermotard, como o novo motor bicilíndrico de 821 cc e 110 cv de potência com refrigeração líquida.

 Aprilia Caponord 1200 – É a investida da Aprilia no disputado segmento de maxitrails. Portanto, a Caponord 1200 chega para brigar com Ducati Multistrada, Yamaha SuperTénéré e BMW R1200 GS, entre outras. Ela compartilha a plataforma e o motor com a Dorsoduro, o que a deixa com 115 cv e 10,2 kgfm de torque. A suspensão é semi ativa e tem sensores nas rodas para calibrar a rigidez, de acordo com a situação.

 BMW F800 GT – A principal vedete bávara no evento italiano tem bastante interesse para o mercado brasileiro. É a F800 GT, que tem a mesma base das F800 R e F800 GS, ambas produzidas em Manaus. O novo modelo usa a mesma arquitetura – assim como o motor bicilíndrico de 90 cv –, mas em uma embalagem mais esportiva, com direito até a carenagem. A BMW já confirmou a venda da F800 GT no Brasil em 2013.

 Harley-Davidson CVO Breakout – Sem grandes novidades para apresentar no motorshow italiano, a marca norte-americana decidiu apostar em sua longa tradição. Os principais destaque eram as versões comemorativas dos 110 anos da empresa, a serem completados em 2013. Uma das mais bonitas é a CVO Breakout, com um visual altamente inspirado. Ela tem pintura exclusiva e brilhante no tanque, além de belas rodas únicas. O motor é o de 1.802 cc com 15,5 kgfm de torque – a marca não divulga números de potência.

 KTM 1290 SuperDuke Prototype – Na semana anterior ao EICMA, a KTM divulgou teasers da seu novo lançamento e a chamou de “A Fera”. Agora, o modelo foi apresentado oficialmente, mas ainda sob a ótica de um conceito. A chegada ao mercado deve acontecer só no ano que vem. A 1290 SuperDuke R é uma naked de altíssima performance. A fabricante austríaca disse que o motor é o mesmo de 1.195 cc já usado em outras motos, mas com capacidade aumentada. Em relação à potência e torque, a KTM se limitou a dizer que a SuperDuke é “muito, muito forte”.

 MV Agusta Rivale – A Rivale é mais uma empreitada da MV Agusta para aumentar seu apelo junto ao público jovem. Até tem semelhanças estéticas com a Brutale 800, modelo no qual é baseada e também fez sua estreia no evento, mas tem visual claramente mais agressivo. Com posição de pilotar mais ereta, a Rivale deve fazer frente à Ducati Hypermotard. O motor é um três cilindros de 800 cc com 125 cv e equipado com três modos de condução para melhor adaptar o modelo às necessidades do piloto.

 Piaggio Vespa 946 – A Vespa 946 é uma releitura moderna da scooter original de 1946 – daí a referência do nome. O visual tenta fazer um meio termo entre algo retrô e mais moderno. A arquitetura, no entanto, é mais atual, com direito a elementos em alumínio na lataria e estrutura. O motor é um de 125 cc com injeção eletrônica e resfriamento a ar com 11,5 cv e torque de 1,09 kgfm. A lista de equipamentos é extensa e inclui até ABS e controle de tração.

 Triumph Daytona 675R – Além de ter sido mostrada mundialmente no Salão de Milão, a Daytona 675R já teve até produção confirmada para o Brasil a partir de maio de 2013. De acordo com a marca inglesa, a nova geração da Daytona passou por mudanças no chassi, visual e motor. Só a plataforma levou três anos de desenvolvimento. O motor foi repaginado e ficou 3 cv e 0,2 kgfm mais forte, para agora atingir 128 cv e 7,64 kgfm, enquanto o peso ficou 1,5 kg menor. O câmbio também é novo com direito a sistema de embreagem anti-deslizante para evitar o travamento da roda traseira em reduções bruscas.

Fonte:Motor Dream

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